Base interior

VIDA TRANSITÓRIA

No trânsito da vida, muito se tem a fazer.

Cuidar da manutenção do corpo nos consome um bocado de tempo. Ele precisa de alimento, vestimentas, um teto para abrigá-lo,… E, dentro do possível, algum conforto. Contudo, se não impusermos alguns limites para suas exigências concretas, passamos uma vida escravos dos seus desejos. Trabalhamos, trabalhamos… e nunca é o suficiente. Os apelos ao consumo nos consomem. E, certamente, não é só isso o que temos a fazer por aqui, a manutenção do corpo é apenas uma delas.

A nossa vida anda depressa, quando nos damos conta os cabelos grisalhos passam a fazer parte de nossa imagem refletida no espelho. Não raro, um vazio corrói a alma daqueles que não souberam impor limites aos desejos de consumo e dar um sentido mais amplo para esta vida transitória.  

Buscar responder no decorrer da vida questões primordiais como: “Quem sou eu?”, “De onde vim e para onde vou?” e “O que são as coisas que me rodeiam?” nos auxilia muito a rever prioridades, valores e roteiros. Quanto antes nos conscientizarmos que “nem só de pão vive o homem” (Mt 4,4) e aprendermos a cuidar de nós mesmos como um todo, maior sentido a vida terá e mais felizes estaremos. A resposta a essas três perguntas é nossa base interior e elas serão sempre o mapa de nossa viagem, independente das circunstâncias externas.

Abç

Alexandra Weizemann

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