Práticas altenativas no SUS

  

Reportagem disponível no site da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), do dia 07 de janeiro de 2010. 

Acessado em 23/02/2010 http://www.abin.gov.br/modules/articles/article.php?id=5428

 

Práticas alternativas de medicina avançam no SUS

SAÚDE

RIO – O número de pessoas que usam procedimentos da medicina não convencional, como acupuntura, tai chi chuan, fitoterapia e homeopatia, aumentou entre 2007 e 2008 no Sistema Único de Saúde (SUS). Também cresceu o investimento nas técnicas medicinais alternativas. Dados do Ministério da Saúde (MS) revelam que foram feitos 216.616 procedimentos de acupuntura em 2008, ante 97.240 no ano anterior, um aumento de 122%. As práticas corporais, como tai chi chuan e lian gong, registraram aumento de 358% no mesmo período: foram 27.646 práticas em 2007 e 126.652 no ano seguinte.

Em 2006, o MS criou a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), que autorizou terapias alternativas no SUS e uniformizou procedimentos para a prestação desses serviços feitos na rede pública municipal. Com isso, aumentou o número de municípios que oferecem terapia alternativa: em 2004 eram 230 cidades e em 2008, 1.340.

Entre 2000 e 2008, o ministério aumentou em 383% o investimento em consultas homeopáticas, passando de R$ 611.367 para R$ 2.953.480. No mesmo período, o investimento em acupuntura cresceu 1.420%, subindo de R$ 278.794 para R$ 3.960.120. Este ano, o MS vai financiar a produção de seis medicamentos fitoterápicos à base de alcachofra, aroeira, cáscara sagrada, garra do diabo, isoflavona da soja e unha de gato.

Agora, o MS quer priorizar a difusão de informações sobre essas técnicas para pacientes, gestores e profissionais de saúde. “Já temos um telefone 0800 que presta informações sobre os procedimentos, suas indicações e contraindicações, mas precisamos divulgar mais e incentivar mais ainda o uso dessas terapias. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda há anos a inclusão das práticas tradicionais e o uso de plantas medicinais, por exemplo”, disse a coordenadora do PNPIC, Carmem De Simoni.

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