Práticas do psicólogo

Trecho de artigo disponível no site Psicologia e Filosofia.  Acessado em 20/04/2010. http://an.locaweb.com.br/Webindependente/psicologia/psicoterapia/psicoterapiaparaproblemasorganicos.htm

 

PSICOTERAPIA PARA PROBLEMAS ORGÂNICOS?

 Por: Alex Sandro Tavares da Silva – Psicólogo

Em geral, o público leigo, sem formação em Psicologia, tende a ter a falsa crença de que a Psicoterapia, prática do psicólogo (Resolução CFP N.º 010/00), serve apenas para tratar de problemas ou doenças psicológicas, as chamadas psicopatologias, e não os problemas somáticos (orgânicos). Aqui ocorre um erro, uma vez que se toma o método e a técnica Psicoterapia como um indicativo do seu objetivo terapêutico, ou de sua meta final que ficaria sendo, erroneamente, tratar apenas o funcionamento psicológico.

No entanto, inúmeras intervenções clínicas e pesquisas na área da saúde comprovam que o uso de métodos e técnicas psicológicas (privativas do psicólogo conforme Lei Federal N.º 4.119/62) alteram positivamente o funcionamento biológico. Esse objetivo não é, de modo algum, uma novidade, é utilizado há vários anos. Como comenta o psicólogo Paul M. Salkovski (1997: 333): \"O tratamento de problemas somáticos constitui uma das mais antigas aplicações das abordagens psicológicas\".

O psicólogo é um profissional da saúde de nível superior (Resolução CNS N.º 218/97) que aborda o vivo desde o seu funcionamento cognitivo (consciente e inconsciente), social, político, comportamental, orgânico, histórico, bioquímico, etc. Durante a sua graduação estuda, pesquisa e realiza intervenções no funcionamento tanto psicológico, quanto social e biológico. No decorrer desse processo de formação profissional fica evidente, para o psicólogo, que o ser vivo não é apenas um amontoado de células que se comunicam química ou eletricamente ou um conjunto de idéias ou atividades mentais abstratas, mas uma enorme dinâmica de interações entre vários fatores que se influenciam mutuamente (psico-bio-social). É a partir dessa visão que os trabalhos clínicos irão tomar como meta a saúde geral, a qualidade de vida do paciente, e não apenas a eliminação de uma doença.

 

Os tratamentos desenvolvidos pelos psicólogos podem agir de várias formas:

 

Incidir diretamente sobre o psicológico para alterar o psicológico. Ex.: uso da Psicoterapia (Resolução CFP N.º 010/00) para tratamento da depressão, ansiedade, pânico, fobias.

Agir diretamente sobre o corpo para tratar de problemas orgânicos. Ex.: uso da Acupuntura (Resolução CFP N.° 005/02) para tratamento de dores de cabeça e desconforto abdominal.

Atuar sobre o corpo para tratamento de problemas psicológicos. Ex.: uso da Acupuntura (Resolução CFP N.° 005/02) para tratamento da depressão, ansiedade, pânico.

Operar sobre o psicológico para tratamento de problemas orgânicos. Ex.: uso da Psicoterapia (Resolução CFP N.º 010/00) para tratamento de síndrome do cólon irritável, taquicardia, pressão arterial alterada, diversas formas de dores (ex.: generalizada, crônica, de cabeça), hipertensão, hipocondria, problemas vestibulares, tiques e espasmos, asma, distúrbios do sono, vômito psicogênico, problemas da pele, distúrbio de somatização, dismorfofobia, dispnéia desproporcionada, etc.

 

Assim, deve ficar absolutamente claro que:

 

·         O uso de métodos e técnicas psicológicas é privativa do psicólogo (Lei Federal N.º 4.119/62);

·         A Psicoterapia é um dos inúmeros métodos e técnicas que o psicólogo pode utilizar (Resolução CFP N.º 010/00);

·         A Psicoterapia não serve apenas para tratamento de problemas psicológicos (Salkovski, 1997);

·         A Psicoterapia é utilizada há anos para tratamento de problemas orgânicos (Lipowski, 1986 apud Salkovski, 1997);

·         O psicólogo não usa apenas a Psicoterapia (Resolução CFP N.º 010/00) para tratar de problemas e doenças, também pode empregar: Acupuntura (Resolução CFP N.° 005/02), Neuropsicologia (Resolução CFP N.° 002/04), Hipnose (Resolução CFP N.º 013/00), Biofeedback, Terapia Corporal, Psicanálise, entre inúmeras outras estratégias clínicas.

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Sintoma e Causa

ENTENDER OS SINTOMAS E BUSCAR A CAUSA

Parte I

 

Dethlefsen e Dahlke, no livro a Doença Como Caminho, citam um comparativo simples para a compreensão da importância dos sintomas e da necessidade em buscar a causa das doenças.

“Um automóvel possui diversas lâmpadas de controle no painel, as quais só se acendem quando alguma função importante do carro não está mais funcionando como devia. Num caso concreto, quando uma dessas luzinhas se acende durante uma viagem, não ficamos nada satisfeitos com o fato. Sentimo-nos obrigados a interromper nosso passeio por causa desse sinal. Apesar de nossa inquietação, muito compreensível, seria uma bobagem ficarmos zangados com a lâmpada: afinal, ela nos informa sobre um evento que, de outra forma, talvez nem notássemos, ou então demorássemos a notar, visto que para nós ele está numa zona “invisível”. Assim, entendemos que o fato de a lâmpada se ascender equivale a um convite para chamarmos um mecânico para que, com a sua intervenção, a luzinha se apague e nós possamos continuar tranquilamente a nossa viagem. É claro que ficaríamos muito zangados se o mecânico apagasse a lâmpada com o simples estratagema de retirá-la. Por certo a luzinha não se acenderia mais – e isso, de fato, é o que desejávamos -, mas o modo como o problema foi resolvido nos pareceria pior do que incompetente.”

Quando nosso corpo emite sinais de desequilíbrio, são os sintomas ou como dito no trecho acima: são as “luzes no painel” avisando que algo não está certo. Assim como os automóveis mais luxuosos, nosso corpo possui “várias luzinhas”, elas vão ascendendo uma a uma, dando os sinais através dos sintomas. Dos primeiros sintomas, até o surgimento de algo grave que atinja um órgão vital, existe um percurso previsível, repleto de sinais e sintomas.

 

ENTENDER OS SINTOMAS E BUSCAR A CAUSA

Parte II

Um exemplo comum para entender a causa de uma doença é a correria e a competitividade profissional dos dias atuais. Muitas pessoas possuem um trabalho estressante, uma vida desorientada. Almoçam rapidamente, ingerem muitas vezes apenas um lanche e com os olhos vidrados na TV, estão sempre ao telefone, com pressa e possuem uma vida sedentária. Com o passar do tempo, nessa rotina enlouquecedora, surge à ansiedade. É comum a ingestão de ansiolíticos para amenizar os sintomas de mal estar gerados pela ansiedade, contudo o organismo passa a ignorar os sintomas desconfortáveis, sem eliminar o que estava causando. A vida continua. No mesmo ritmo. Em seguida surge um novo sintoma, pois nosso organismo sempre emite sinais para indicar que algo não está bem em nossa vida. Então, chega o estresse: com crises de dores de cabeça, insônia, pressão alta… Recorre-se novamente a algum medicamento para eliminar os sintomas. Os sintomas somem ou pelo menos são amenizados e camuflados. Afinal, "não dá para parar!" Vem um novo sintoma: uma azia. Depois uma gastrite… E, assim, os sintomas vão surgindo, tentando avisar sobre o estilo de vida prejudicial ao equilíbrio que está sendo levada. Até chegar a algo como um problema que atinja algum órgão vital… ou a depressão! Esses desequilíbrios, definitivamente fazem que o indivíduo pare para rever seu estilo de vida e prioridades. Ou, melhor dizendo, fazem que ele tente encontrar a causa.

Para refletir:

Será que os sintomas surgem espontaneamente ou, em certa medida, também somos co-responsáveis pela causa?

No exemplo acima, um “bom mecânico” deveria orientar, no surgimento dos primeiros sintomas, uma mudança na forma de se relacionar com o trabalho, com a alimentação e estilo de vida. Contudo, será que estaríamos dispostos a seguir as orientações?

Quantas vezes tentamos driblar a sabedoria do corpo com intervenções que mascaram seus sinais e sintomas, porque temos medo ou falta de força de vontade para fazer algumas mudanças na forma de se relacionar com o mundo?

Será que os cuidados com a saúde que temos buscado não são de soluções "incompetentes”, como citado no primeiro texto?

O quanto cada um de nós está buscando resoluções rápidas, sem o mínimo de esforço, implicação e responsabilidade sobre a própria vida, no cuidado com a saúde?

Como está a saúde nesse momento? O que os sintomas estão querendo ensinar? Em que medida o estilo de vida colabora para que eles surjam?

Muitos exemplos podem ser dados e muitas reflexões podem ser feitas sobre sintoma e causa. Mas, que tal da próxima vez que algum sintoma surgir, além de buscar solucionar os sintomas desagradáveis e seguir corretamente as orientações do profissional de saúde, também buscar fazer uma análise sobre o estilo de vida e tentar identificar a causa do desequilíbrio? Muitas doenças podem ser facilmente resolvidas através de uma auto-análise e na promoção de pequenas mudanças nas rotinas diárias. Afinal, somos parte de um todo e os eventos internos e externos, influenciam-se mutuamente.

Abç

Alexandra Weizemann

Felicidade

OLHOS PARA VER E CORAÇÃO PARA SENTIR

Doces surpresas, agradáveis lembranças…

Assim a vida vai se desenrolando…

A cada dia, em meio às mazelas do cotidiano, temos sempre a oportunidade de nos deparar com momentos acalentadores. Que nos auxiliam a crescer, evoluir…

Em cada acaso, um propósito que num primeiro instante não temos muito claro o verdadeiro sentido. A conta gotas, na hora certa, a vida vai oferecendo exatamente aquilo que necessitamos. Pessoas especiais que cruzam, inesperadamente ou propositalmente, o nosso caminho e deixam marcas com o poder de mudar a nossa história. Pois, elas deixam em nós a certeza de que conseguimos, de que somos capazes.

Sim, somos capazes de encontrar uma brecha e realizar coisas inusitadas, de transitar pela vida com paz e harmonia. E, muitas vezes sim, estamos nesse mundo para sermos felizes, mesmo que isso pareça algo abstrato e tudo a nossa volta teime em mostrar o contrário. Porque a felicidade é muito mais um jeito de caminhar, do que um caminho. E quando compreendemos que o caminho pode ser tortuoso e com obstáculos, mas nem por isso sem as belas paisagens e os dias ensolarados, então aprendemos o sentido da vida e o que é felicidade.

Somos todos afortunados, basta ter olhos para ver e coração para sentir.

Por isso, quando acordo, faço uma pequena oração por você.

Abç

Alexandra Weizemann 

Ciclo Circadiano

CICLO CIRCADIANO

 

O termo circadiano provém do Latim “circa diem”, que significa “cerca de um dia”.

Ritmo circadiano ou ciclo circadiano, designa o período de aproximadamente um dia (24 horas) sobre o qual se baseia todo o ciclo biológico do corpo humano e de qualquer outro ser vivo, influenciado pela luz solar.

O ritmo circadiano regula todos os ritmos materiais bem como muitos dos ritmos psicológicos do corpo humano, com influência sobre, por exemplo, a digestão ou o estado de vigília, passando pelo crescimento e pela renovação das células, assim como a subida ou descida da temperatura.

O “relógio” que processa e monitoriza todos estes processos encontra-se localizado numa área cerebral denominada núcleo supraquiasmático, localizado no hipotálomo na base do cérebro e acima das glândulas pituitárias.

Pesquisas recentes expandiram o sentido do termo, demonstrando que os ritmos circadianos estão também relacionados às marés, ao ciclo lunar e também à dinâmica climática da Terra através das correntes eólicas e marítimas, em especial se observado com relação aos animais migratórios. Dessa forma, a dinâmica circadiana não se reduz a uma questão fisiológica, mas também a uma conjuntura astronômica, geológica e ecológica.

Durante o período de 24 horas cada órgão/víscera tem seu pico de funcionamento e é nesse horário onde é efetuada a auto-limpeza do corpo. Dentro destas 2 horas específicas o órgão/víscera utiliza muita energia e, de acordo com a Medicina Tradicional Chinesa, é o melhor horário para tratamento.

 

O Ritmo Circadiano de circulação do Qi – Pico Máximo de Energia.

Tabela de horário:

·          1:00h  –   3:00h Fígado

·          3:00h  –   5:00h Pulmão

·          5:00h  –   7:00h Intestino Grosso

·          7:00h  –   9:00h Estômago

·          9:00h  – 11:00h Baço/Pâncreas

·         11:00h – 13:00h Coração

·         13:00h – 15:00h  Intestino Delgado

·         15:00h – 17:00h Bexiga

·         17:00h – 19:00h Rins

·         19:00h – 21:00h Pericárdio

·         21:00h – 23:00h Triplo Aquecedor

·         23:00h –   1:00h  Vesícula Biliar

O mais importante em conhecer o Ciclo Circadiano, é o fato de observar o próprio comportamento do corpo para análise de alguma anomalia frequente em certo horário do dia. Isso dá indícios de algum desequilíbrio no órgão. Por exemplo, acordar durante a noite sempre no mesmo horário, às 2 horas da madrugada, pode ser um indicativo de desarmonia no fígado.

Essa simples observação pode ser de grande ajuda para análise de diagnóstico e tratamento preventivo de uma doença.

Abç

Alexandra Weizemann 

Bibliografia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ritmo_circadiano

Práticas altenativas no SUS

  

Reportagem disponível no site da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), do dia 07 de janeiro de 2010. 

Acessado em 23/02/2010 http://www.abin.gov.br/modules/articles/article.php?id=5428

 

Práticas alternativas de medicina avançam no SUS

SAÚDE

RIO – O número de pessoas que usam procedimentos da medicina não convencional, como acupuntura, tai chi chuan, fitoterapia e homeopatia, aumentou entre 2007 e 2008 no Sistema Único de Saúde (SUS). Também cresceu o investimento nas técnicas medicinais alternativas. Dados do Ministério da Saúde (MS) revelam que foram feitos 216.616 procedimentos de acupuntura em 2008, ante 97.240 no ano anterior, um aumento de 122%. As práticas corporais, como tai chi chuan e lian gong, registraram aumento de 358% no mesmo período: foram 27.646 práticas em 2007 e 126.652 no ano seguinte.

Em 2006, o MS criou a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), que autorizou terapias alternativas no SUS e uniformizou procedimentos para a prestação desses serviços feitos na rede pública municipal. Com isso, aumentou o número de municípios que oferecem terapia alternativa: em 2004 eram 230 cidades e em 2008, 1.340.

Entre 2000 e 2008, o ministério aumentou em 383% o investimento em consultas homeopáticas, passando de R$ 611.367 para R$ 2.953.480. No mesmo período, o investimento em acupuntura cresceu 1.420%, subindo de R$ 278.794 para R$ 3.960.120. Este ano, o MS vai financiar a produção de seis medicamentos fitoterápicos à base de alcachofra, aroeira, cáscara sagrada, garra do diabo, isoflavona da soja e unha de gato.

Agora, o MS quer priorizar a difusão de informações sobre essas técnicas para pacientes, gestores e profissionais de saúde. “Já temos um telefone 0800 que presta informações sobre os procedimentos, suas indicações e contraindicações, mas precisamos divulgar mais e incentivar mais ainda o uso dessas terapias. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda há anos a inclusão das práticas tradicionais e o uso de plantas medicinais, por exemplo”, disse a coordenadora do PNPIC, Carmem De Simoni.

Observe

SIMPLESMENTE OBSERVE

Observe suas emoções

Observe suas sensações

Observe suas reações

Observe sua alimentação

Observe seus hábitos

Observe suas dores

Observe seus odores

Observe seu corpo e o que ele elimina

Observe suas relações

Observe seu trabalho

Observe a natureza

 Observe a sociedade em que vive

Observe…

Mil vezes observe, analise, note, perceba…

Eis aí uma “receita” para uma vida em harmonia.

O desequilíbrio, tanto físico como o emocional, possui um percurso previsível até a manifestação de uma doença. Quanto mais consciente for de si mesmo, de como funcionas, ages e reages, melhores serão as chances de promover as mudanças para o restabelecimento do equilíbrio assim que algo o acometer.  

 Abçs

A observação leva a conscientização.

Quanto mais consciente de si, mais “senhor” de sua própria vida e menos escravo  de seus desejos será. Mais vivo e saudável se sentirá.

Então, simplesmente observe!

 

 

 

Alexandra Weizemann

Psico Auriculoterapia

PSICO AURICULOATERAPIA

 

As orelhas não são somente os órgãos responsáveis pelo sentido da audição, nem servem apenas para exibir enfeites. As orelhas constituem a porta de entrada para o tratamento de determinadas doenças. O nome dessa prática é Auriculoterapia, uma das técnicas da Medicina Tradicional Chinesa (MTC), terapêutica milenar que estimula a produção de substâncias químicas no organismo com efeito analgésico e/ou antiinflamatório, aliviando a dor e outros sintomas, assim como promovendo o equilíbrio do organismo como um todo.

O corpo humano apresenta diversos microssistemas – nas mãos, pés e orelhas -, sendo cada qual constituído por pontos que representam uma série de órgãos e funções do organismo. Dentro dos microssistemas, a técnica da Auriculoterapia é na atualidade uma das mais populares, tanto dentro como fora da China. É um método que conseguiu impor-se pelos resultados obtidos e por ser pouco invasivo (no caso do uso de sementes e de pequenas esferas), o que faz com que seja bem aceito pelos pacientes.

Os pontos auriculares são zonas específicas distribuídas na superfície auricular (orelha), que refletem fielmente a atividade funcional de todo nosso corpo. O pavilhão auricular está estreitamente relacionado com um grande número de canais que se comunicam expressando a atividade funcional de todo o organismo. Devido a esta abrangência da Auriculoterapia pode ser utilizada como auxiliar nos tratamentos de:

 

·         Sistema Digestivo: Gastrite, Úlcera Péptica Gastroduenal, Constipação, Diarréias, Náuseas e Vômitos, Hepatite…

·         Sistema Respiratório: Bronquite, Asma Bronquial…

·         Sistema Cardiovascular: Hipertensão Arterial, Hipotensão, Arritmias Cardíacas…

·         Sistema Nervoso: Neurastenia (mau humor com irritabilidade fácil), Cefaléia, Hipertiroidismo, Paralisia Facial…

·         Ortopedia e Traumatologia: Entorse e Contusão, Torcicolo, Ciatalgia, Artrite Reumatóide, Lombalgia, Cervicalgia…

·         Cirurgia: Tromboflebite, Hemorróidas, Prolapso Retal, …

·         Urologia: Prostatite, Cistite, Impotência, Enurese, Retenção Urinária,…

·         Enfermidades dos Cinco Órgãos dos Sentidos: Vertigem por transtorno do Ouvido Interno, Tinido, Amigdalite, Rinite Crônica, Terçol,…

·         Ginecologia, Menstruações Irregulares, Dismenorréia, Amenorréia, Prolapso Uterino,…

·         Dermatologia: Urticária, Herpes Zoster, Acne, Psoríase, Dermatite, Vitiligo, Psoríase…

·         Fatores Emocionais: Depressão, Irritabilidade, Ansiedade, Angústia, Hiperatividade Mental, Oscilação de Humor, Fobias…

 

Para Hong Jin Pai, médico da equipe de Acupuntura do Centro de Dor do Hospital das Clínicas/ FMUSP e membro da Sociedade Médica Brasileira de Acupuntura de São Paulo (SMBA), a Auriculoterapia não é uma técnica indicada para diagnosticar doenças, mas para tratar de aspectos psicológicos do paciente, como ansiedade e angústia. Comenta que “Além de exercer forte efeito analgésico, é uma técnica indicada para tratar, por exemplo, pessoas acima do peso. Ansiedade e Depressão são fatores que influem no comportamento das pessoas quanto à alimentação. A Auriculoterapia melhora o lado psicossomático, ajudando a seguir a dieta e o tratamento para perder peso de forma correta”, explica Hong. Se, por um lado, a Auriculoterapia trata sintomas referentes à psicossomática, não reverte doenças evoluídas com alterações orgânicas, como o câncer, contudo auxilia para amenizar os sintomas e melhorar a qualidade de vida.

 

A Psico Auriculoterapia alia os conceitos e práticas da Auriculoterapia aos conceitos e práticas da Psicoterapia no tratamento de doenças de cunho psicossomático. Doenças psicossomáticas são manifestações físicas cujas causas estão ligadas a fatores emocionais que geram desequilíbrios psicológicos e através de um processo acumulativo, originam sintomas e/ou doenças físicas. De acordo com Ballone (2001) as emoções experimentadas, mas não devidamente simbolizadas poderão levar a uma situação de lesão fisiológica ou transtornos de ordem psicossomática e ainda de ordem psicofisiológicas, como por exemplo: Transtornos cardiovasculares, cefaléias, asmas, síndrome pré-menstrual, doenças dermatológicas, transtornos sexuais, transtornos digestivos e de alimentação, debilidade dos sistemas imunológicos e tantos outros distúrbios.

 

Benefícios de associar a Psicoterapia a Auriculoterapia

·         Alívio dos sintomas através da aplicação da auriculoterapia;

·         Desbloqueio e ativação de canais energéticos que auxiliem na mudança de comportamento desejado;

·         Com a Psicoterapia, conscientização do paciente sobre as causas que estão provocando o sintoma físico, favorecendo a eliminação do mesmo através da mudança de atitude no modo como vive,;

·         Proporciona maior equilíbrio físico e mental geradores de saúde e qualidade de vida. 

 

 Abç